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Por que sempre me apaixono pela pessoa errada?

  • Foto do escritor: Psicóloga Beatriz Bello
    Psicóloga Beatriz Bello
  • 27 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 8 de ago. de 2025


casal distante

Você já teve a sensação de estar vivendo o mesmo tipo de relacionamento várias vezes, só que com pessoas diferentes? Como se existisse um padrão nos encontros amorosos e, muitas vezes, também nas frustrações?

Essa é uma queixa muito comum entre quem começa uma análise. E não, isso não significa que você "não sabe escolher" ou que "só atrai gente complicada". Na verdade, esse tipo de repetição pode nos contar algo muito importante sobre a nossa história emocional.

Amar não é apenas encontrar alguém “perfeito”. Muitas vezes, amamos a partir daquilo que nos falta, que nos marca, que nos dói. E é aí que entra o nosso inconsciente.


Por que, então, repetimos histórias parecidas no amor?

Porque existe dentro de nós uma parte que não é consciente e que procura reviver certas experiências do passado. Às vezes, sem perceber, a gente se envolve com alguém que, de alguma forma, nos lembra antigos vínculos (com pais, cuidadores, relações da infância). Isso não significa que são iguais, mas que tocam em algo semelhante emocionalmente.

É como se, no fundo, estivéssemos tentando "resolver" alguma história mal acabada.


Quando percebemos que estamos presos a relacionamentos que sempre nos deixam em sofrimento, onde não somos vistos, respeitados ou amados de verdade, pode ser um sinal importante. Um convite para perguntar: Por que aceito isso? O que me prende aqui? O que esse tipo de relação representa para mim?

Essas perguntas não têm respostas simples, mas são o início de um caminho de escuta e transformação.


Dá pra mudar?

Sim, é possível romper ciclos repetitivos, mas isso não acontece com promessas mágicas ou como receitas de bolo. O que ajuda de verdade é conhecer melhor a si mesmo, descobrir de onde vem certos padrões e encontrar novas formas de se relacionar, e esse mergulho é muito pessoal e individual.

A análise, com uma escuta atenta e sem julgamentos, oferece esse espaço. Um lugar onde é possível falar das dores do amor sem medo, e começar a descobrir novas formas de amar, inclusive a si mesmo (a mais importante, não é mesmo? rs).


Se você se reconhece em situações como essas, saiba que não está sozinho (a). Conte comigo e me chama aqui caso tenha se identificado.




 
 

Psicóloga Beatriz Bello
CRP: 06/150109

 
psicologabeatrizbello@gmail.com

(11) 91598-6019

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